Gustavo, pai da Paola, 9º ano, e da Rafaela, 5º ano

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- 21 de April de 2026
Gustavo, pai da Paola, 9º ano, e da Rafaela, 5º ano

O Gustavo estudou no antigo prédio do colégio, no cursinho pré-vestibular que tínhamos na época. Ele conta que veio de escola pública e se sentia defasado quando decidiu fazer o cursinho. Lembra com carinho dos professores e dos colegas, e se orgulha ao dizer que praticamente a sala toda passou em universidade pública. 

Hoje, ele vive a escola como pai da Paola, 13 anos, no 9º ano, e da Rafaela, 10 anos, no 5º ano. A Rafaela está aqui desde o 2º ano; a Paola chegou no 6º. 

A decisão de trazer as filhas, de acordo com Gustavo, teve dois pilares claros: confiança e qualidade de ensino. “Conheço o Marcelo e a Ivana (diretores do colégio desde aquela época) há muito tempo. São pessoas muito sérias no que fazem. A escola passa uma segurança muito grande para os pais”, afirma. 

Ele reforça que a escolha também foi pedagógica, já que as filhas passaram por outras escolas quando menores. “Quando começou a ficar mais sério (o ensino), a qualidade da escola pesou demais”, comenta, ao explicar por que decidiu matricular as duas por aqui. 

E como foi a adaptação das meninas? “Zero dificuldade na transição”. 

Segundo ele, o colégio estimula a independência das filhas e mantém a família sempre bem informada. “A gente recebe feedback, sem excesso, mas sem faltar informação. Isso dá muita segurança”.

 

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